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Slamball - a versão 2.0 do basquete

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A primeira vista o Slamball até parece uma brincadeira, ou uma apresentação daqueles humoristas que rola durante os intervalos em jogos de basquete, mas o que realmente é, é que o Slamball é um esporte levado muito a sério, e pra lá de divertido pra quem assisti.

O nome do inventor desse esporte maluco é Mason Gordon que no ano de 2000 começou com ele na Califórnia, o cara só tinha em mente trazer um pouco do mundo dos video games pro mundo real. E o Slamball não tem em sua composição apenas o basquete, tem um pouco de hockey, já que se permite o contato físico entre os jogadores! Já assistiram a um jogo de hóquey? É mais ou menos aquilo quando eles se batem nas paredes.

O mais incrível desse jogo, é que existem trampolins nos dois garrafões da quadra, assim as enterradas que já eram espetaculares no basquete comum, ficam ainda mais iradas do que nunca, os jogadores literalmente voam a alturas surpreendentes. E como se trata de um esporte digamos um pouco perigoso, todo cuidado é pouco, pros caras não se machucarem, as bordas dos trampolins são acolchoadas.

Slamball

Eu conheci o Slamball através da tv da academia, que fica sintonizada no canal Band Sports, aos sábados passam jogos inéditos da temporada 2009, e durante a semana rolam as reprises. Por aqui não sei se ele é praticado pelo menos por uma minoria, mas na Itália o esporte é bem praticando desde quando estreiou em 2007. Pra se ter uma noção do que estou falando, só dando uma olhada nesse vídeo.

Bruno Monin



Nadismo - a arte de se fazer NADA

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Não fazer nada hoje em dia parece até impossível, com essa correria toda em nossas vidas fica cada vez menor o tempo que temos pra gente. E fazer nada nos tempos de hoje não é apenas "nada", se tem um retorno de benefícios incrível. Precisamos sempre de um momento só nosso, por uns 15 minutos por exemplo, e é pensando nisso que nasceu a prática do Nadismo, que nada mais é do que parar, se desligar, se desconectar desse mundo louco que nós vivemos. Uma simples pausa pode mudar o nosso dia por completo. E claro, com a prática do Nadismo crescendo cada vez mais, não poderia deixar de existir um clube, onde todos os praticantes se encontram para fazer nada pelo menos uma vez por mês. O Clube de Nadismo teve sua inauguração em 2006, e hoje conta com mais de 5 mil membros espalhados por todo país e alguns no exterior.

E isso não é coisa de outro país não, quem teve essa brilhante idéia foi um designer brasileiro chamado Marcelo Bohrer durante uma viagem para Londres na Inglaterra. Ele observou que a correria do dia a dia dos Londrinos era o mesmo do nosso, e resolveu por em prática o Nadismo aqui. O movimento vai ganhando cada vez mais força e destaque na mídia, virando notícia em revistas, jornais, internet e televisão. Ele também criou um símbolo para indentificar o movimento, que é um cubo vazio, simbolizando justamente a arte de se fazer o nada. O cubo é exposto nos encontros, avisando pra quem está passando pelo local que a galera não tá fazendo nada, e poder participar também. O ideal é praticar o nadismo em lugares a céu aberto, de preferência em parques, mas dentro de um escritório também pode praticar, desligue o monitor do computador e baixe a cabeça sobre a mesa, ou se refugie num lugar mais tranquilo.

Cubo

Em uma entrevista que ele concedeu ao programa Mais Você, de Ana Maria Braga, ele deixa bem claro que o Nadismo não é pra ser usado de forma que isso atrapalhe nos nosso afazeres do dia, é só uma pequena pausa para renovar as energias. Então nem vá dizer ao seu chefe que você não está fazendo nada porque tá praticando o Nadismo, isso não vale. Se tiver interesse, você pode se inscrever no clube e saber mais detalhes.

Macote

Bruno Monin



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